A importância do debate da educação inclusiva no Brasil

O debate sobre a Educação Inclusiva é necessário e fundamental, uma vez que não pode mais ser ignorado no Brasil para que o país seja acessível para todos.

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “A importância do debate da educação inclusiva no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Não se esqueça: seu texto deve ter mais de 7 (sete) linhas e, no máximo, 30 linhas.

TEXTO 1:

Disponível em: http://comolidarcomalunosespecias.blogspot.com/p/tirinhas-sobre-nee.html

TEXTO 2:

Art. 205. A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.

Art. 206. O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:

I – igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;

II – liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber;

Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm (adaptado).

TEXTO 3:

O debate Educação Inclusiva com Abordagem em Autismo e Síndrome de Down abriu nesta quinta-feira (25) a edição de 2016 do evento Pauta Feminina. A iniciativa tem o apoio da bancada feminina no Congresso Nacional e da Procuradoria da Mulher do Senado.

Durante o evento, a psicopedagoga Lourdes Dias, da Clínica Aprender, afirmou que as escolas brasileiras ainda carecem de profissionais preparados para promover a inclusão de alunos com deficiência. Ela informou que as escolas têm contratado estagiários “sem qualificação, preparo e compromisso” com a criança com deficiência para fazer a ponte entre ela e o professor.

Na visão da representante do Ministério da Saúde, Vera Lúcia Mendes, as políticas públicas voltadas para as pessoas com deficiência — seja em saúde, seja em educação — só irão avançar com a participação plena da sociedade e, em particular, das famílias destes cidadãos.

— A gente confia e conta com o movimento social para a formulação dessas políticas. A atenção básica de saúde também precisa ser forte e estar atenta aos indicadores de desenvolvimento infantil. Temos que fortalecer ainda os programas de estimulação precoce com foco nas famílias, para que elas possam estimular seus filhos nas dimensões sensorial, motora e cognitiva. Isso vai fazer muita diferença na vida dessas crianças — disse Vera Mendes.

Já o presidente do Instituto Ápice Down, Karlo Quadros, observou que, mesmo com os avanços da inclusão, episódios de segregação de estudantes com deficiência continuam a ocorrer dentro do espaço escolar. E advertiu, inclusive, para o risco de surgimento de regressão afetiva, manifestação capaz de desencadear transtornos mentais em pessoas alvo dessa exclusão.

Para o senador Hélio José (PMB-DF), coordenador do debate sobre inclusão escolar no Pauta Feminina, a diversidade é um requisito fundamental para a construção de uma sociedade inclusiva.

Já a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Procuradora da Mulher no Senado, reconheceu o desafio social imposto pelo autismo e pela síndrome de Down, especialmente para as mulheres que têm filho ou filha nessa condição.

Disponível em: https://pessoascomdeficiencia.com.br/site/2016/03/01/escolas-enfrentam-despreparo-para-incluir-alunos-com-deficiencia/ (adaptado).

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