Dependência tecnológica em questão na contemporaneidade

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema ‘‘Dependência tecnológica em questão na contemporaneidade’’, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Não se esqueça: seu texto deve ter mais de 7 (sete) linhas e, no máximo, 30 linhas.

TEXTO I

Quase um quarto dos jovens é tão dependente dos próprios celulares que eles passaram a ser considerados viciados nos dispositivos. Um estudo, realizado por pesquisadores do King’s College de Londres, afirma que esse comportamento viciante significa que as pessoas ficam “em pânico” ou “chateadas” se lhes for negado acesso constante aos aparelhos. Os jovens também não conseguem, segundo a pesquisa, controlar a quantidade de tempo que passam diante dos smartphones.

Disponível em: https://www.bbc.com

TEXTO II

                  Dependência tecnológica, o maior mal desta geração
Estabelecer limites é o ponto crucial na luta contra qualquer dependência. Psicólogos, psiquiatras e grupos de autoajuda alertam: evite o primeiro gole, garfada, aposta. Mas, diferentemente de outros comportamentos abusivos (comer ou beber demais, por exemplo), é difícil definir o que é exagero em tecnologia. Como saber se passamos do limite? É uma utopia pensar que podemos abrir mão do celular por completo.

Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br

TEXTO III

Fumar era normal. As pessoas acendiam o primeiro cigarro logo ao acordar, e repetiam o gesto dezenas de vezes durante o dia, em absolutamente todos os lugares. Ficar sem cigarro, nem pensar. O cigarro estava na TV, nos filmes, na música, na propaganda. 30% a 40% da população, dependendo do país, fumava. Olhamos para trás e nos surpreendemos ao perceber como as pessoas se deixavam escravizar, aos bilhões, por algo tão nocivo. Enquanto fazemos isso, porém, vamos sendo dominados por um vício ainda mais onipresente: o smartphone. Quatro bilhões de pessoas, ou 51,9% da população global, têm um, de acordo com uma estimativa da empresa sueca Ericsson. E o pegam em média 221 vezes por dia, segundo uma pesquisa feita pela consultoria inglesa Tecmark. O número de toques diários no aparelho é ainda mais impressionante: são 2.600, segundo a empresa de pesquisa Dscout Research. O smartphone já vicia mais gente, e de forma mais intensa, do que o cigarro.

SUPERINTERESSANTE. São Paulo: Abril, edição 408.

TEXTO IV

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