Perspectivas e desafios para a doação de órgãos no Brasil

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema ‘‘Perspectivas e desafios para a doação de órgãos no Brasil’’, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Não se esqueça: seu texto deve ter mais de 7 (sete) linhas e, no máximo, 30 linhas.

TEXTO I

Disponível em: https://www.conasems.org.br

TEXTO II

O Brasil é referência mundial na área de transplantes e possui o maior sistema público de transplantes do mundo. Atualmente, cerca de 96% dos procedimentos de todo o País são financiados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Em números absolutos, o Brasil é o 2º maior transplantador do mundo, atrás apenas dos EUA. Os pacientes recebem assistência integral e gratuita, incluindo exames preparatórios, cirurgia, acompanhamento e medicamentos pós-transplante, pela rede pública de saúde.

Disponível em: http://www.saude.gov.br

TEXTO III

O primeiro semestre de 2017 apresentou um aumento significativo no número de doadores de órgãos no Brasil. O período teve 15,7% mais doadores se comparado ao mesmo período de 2016. O crescimento segue duas tendências opostas verificadas na última década. Uma, que as doações estão subindo. A segunda, que a recusa dos familiares dos possíveis doadores continua sendo o principal entrave para que esse crescimento seja ainda maior.

Disponível em: https://www.nexojornal.com.br

TEXTO IV

A doação de órgãos pode salvar muitas vidas. Cada doador beneficia, em média, cinco pessoas. Entretanto, a falta de aprovação da família ainda é um empecilho para quem está na fila dos transplantes. Hoje, 50% das famílias nega a doação de órgãos dos entes falecidos. Por causa da falta de doador morto, casos de doação intervivos crescem. Os mais comuns são: rins e fígado. O intestino também está entrando nessa lista, mas ainda é raro. Já os transplantes mais comuns com doador morto é rim, fígado, pâncreas, coração, pulmão e intestino, nessa ordem. Além dos órgãos, tecidos como córnea, pele e ossos também podem ser doados. Depois do transplante, a pessoa vai tomar para o resto da vida os imunossupressores. São medicamentos que diminuem a força do organismo para não rejeitar o novo órgão, que é visto como corpo estranho. Por causa disso, a pessoa fica mais propensa a ter infecções e desenvolver algumas doenças. Por isso, vai precisar de um acompanhamento mais de perto.

Disponível em: https://g1.globo.com

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