Valorização dos profissionais de saúde contra agressões no trabalho

59,1% dos médicos relatam que sofreram violência no SUS no exercício da sua função. É preciso, portanto, repensar sobre o assunto e combater esse atos.

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Valorização dos profissionais de saúde contra agressões no trabalho”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Não se esqueça: seu texto deve ter mais de 7 (sete) linhas e, no máximo, 30 linhas.

TEXTO 1:

Disponível em: https://www.facebook.com

TEXTO 2:

Diante do aumento significativo de relatos de casos de agressões contra médicos em ambiente de trabalho, o Conselho Federal de Medicina (CFM) lançou uma campanha institucional chamando atenção sobre a importância de registrar esse tipo de crime na forma de boletins de ocorrência. A comunidade médica está sendo alertada por meio de e-mails marketing, posts nas redes sociais e matérias no Portal Médico e jornal Medicina, entre outras formas de divulgação. As peças destacam que a violência contra médicos em estabelecimentos de saúde tem aumentado e que o combate a essas agressões exige providências das autoridades e dos responsáveis por esses estabelecimentos.

Disponível em: https://portal.cfm.org.br (adaptado)

TEXTO 3:

De acordo com a pesquisa ‘‘Perfil da Enfermagem’’, realizada pelo Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), apenas 29% dos enfermeiros se sentem protegidos em seu ambiente de trabalho e 53% dos profissionais de Enfermagem são maltratados, chegando à violência física, pela população usuária.

Disponível em: http://www.cofen.gov.br (adaptado)

TEXTO 4:

Sete em cada dez profissionais de saúde já sofreram agressão

Um levantamento inédito apontou que mais de 70% dos médicos, profissionais de enfermagem e farmacêuticos do Estado de São Paulo já sofreram algum tipo de agressão. Os dados foram compilados em uma iniciativa conjunta do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), do Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (Coren-SP) e do Conselho Regional de Farmácia do
Estado de São Paulo (CRF-SP), que se uniram para analisar a questão e estão lançando uma campanha contra a violência com os profissionais de saúde. Para a pesquisa, foram ouvidas 6.832 pessoas e 71,6% afirmaram já ter passado por situação violenta. Segundo o levantamento, o tipo de agressão que mais ocorre é a verbal e os profissionais mais atingidos são da área de enfermagem – 90% afirmaram já ter sofrido. O índice foi de 47% entre os médicos e 89% entre os farmacêuticos.


Disponível em: http://www.cofen.gov.br (adaptado)

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