Garantia da inclusão e da acessibilidade de cegos no cotidiano brasileiro
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Garantia da inclusão e da acessibilidade de cegos no cotidiano brasileiro

Proporcionar a inclusão de pessoas com deficiência é fundamental, principalmente nos dias atuais. Assim eles poderão participar das práticas sociais brasileiras.

Garantia da inclusão e da acessibilidade de cegos no cotidiano brasileiro

Escrito por Prof. Raquel Lima

Atualizado em 27 de Junho de 2022

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema "Garantia da inclusão e da acessibilidade de cegos no cotidiano brasileiro", apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Não se esqueça: seu texto deve ter mais de 7 (sete) linhas e, no máximo, 30 linhas.

TEXTO 1

TEXTO 2

Foi em 1821 que o francês Louis Braille (1809-1852), que era cego, desenvolveu a linguagem homônima a seu sobrenome para pessoas sem visão, que mais tarde seria utilizada em todo o mundo. O método de sinalização em Braille consiste em marcações em alto-relevo (celas) formadas por seis pontos e que, de acordo com as suas possibilidades de disposição, substituem cada uma das letras e números do alfabeto.

Embora no Brasil o sistema tenha sido aceito em 1962, no governo de João Goulart (1918-1976), como uma alternativa de escrita e leitura para as pessoas sem visão ou com este sentido limitado, foi somente nos últimos anos que a sinalização em braille passou a ser, efetivamente, um direito do cidadão: em 2004, foi publicado o Decreto Nº 5.296, que prevê a obrigatoriedade da acessibilidade em locais públicos e privados e que determina várias soluções na linguagem em braille; e em 2011, foi regulamentada a produção e distribuição de recursos educacionais para aprendizagem em Braille.

Isso quer dizer que hospitais, escolas, hotéis, empresas, assim como quaisquer outros locais onde haja circulação de pessoas, precisam fornecer informações por meio da sinalização em braille para os indivíduos que não enxergam ou têm visão limitada, proporcionando assim a independência e a inclusão desses cidadãos na sociedade.

Disponível em: https://www.advcomm.com.br/obrigatoriedade-da-sinalizacao-em-braille/ (adaptado).

TEXTO 3

IBGE: 6,2% da população têm algum tipo de deficiência

Dentre os tipos de deficiência pesquisados, a visual é a mais representativa e atinge 3,6% dos brasileiros, sendo mais comum entre as pessoas com mais de 60 anos (11,5%). O grau intenso ou muito intenso da limitação impossibilita 16% dos deficientes visuais de realizar atividades habituais como ir à escola, trabalhar e brincar.O Sul é a região do país com maior proporção de pessoas com deficiência visual (5,4%). A pesquisa mostra que 0,4% são deficientes visuais desde o nascimento e 6,6% usam algum recurso para auxiliar a locomoção, como bengala articulada ou cão-guia. Menos de 5% do grupo frequentam serviços de reabilitação.O estudo mostra também que 1,3% da população tem algum tipo de deficiência física e quase a metade desse total (46,8%) tem grau intenso ou muito intenso de limitações. Somente 18,4% desse grupo frequentam serviço de reabilitação.Ainda segundo o IBGE, 0,8% da população brasileira tem algum tipo de deficiência intelectual, e a maioria (0,5%) já nasceu com as limitações. Do total de pessoas com deficiência intelectual, mais da metade (54,8%) tem grau intenso ou muito intenso de limitação e cerca de 30% frequentam algum serviço de reabilitação em saúde.As pessoas com deficiência auditiva representam 1,1% da população brasileira, e esse tipo de deficiência foi o único que apresentou resultados estatisticamente diferenciados por cor ou raça, sendo mais comum em pessoas brancas (1,4%), do que em negros (0,9%). Cerca de 0,9% dos brasileiros ficaram surdos em decorrência de alguma doença ou acidente e 0,2% nasceu surdo. Do total de deficientes auditivos, 21% têm grau intenso ou muito intenso de limitações, o que compromete atividades habituais.Os percentuais mais elevados de deficiência intelectual, física e auditiva foram encontrados em pessoas sem instrução e em pessoas com o ensino fundamental incompleto.A Pesquisa Nacional de Saúde consultou 64 mil domicílios, em 2013.

Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2015-08/ibge-62-da-populacao-tem-algum-tipo-de-deficiencia#:~:text=Dados do Instituto Brasileiro de,%2C visual%2C física e intelectual. (adaptado).

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