Intolerância aos segmentos historicamente marginalizados na sociedade brasileira

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema ‘‘Intolerância aos segmentos historicamente marginalizados na sociedade brasileira’’, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Não se esqueça: seu texto deve ter mais de 7 (sete) linhas e, no máximo, 30 linhas.

TEXTO I

A discriminação de religiões de origem africana nasce da tentativa de inferiorizar negros, índios e mestiços. A explicação é do antropólogo Vagner Gonçalves da Silva, professor da Universidade de São Paulo (USP), que relaciona o preconceito ao fato de essas crenças terem como precursores populações marginalizadas. Ele detalha a trajetória evolução histórica da intolerância religiosa no Brasil. No período da escravidão, negros africanos foram obrigados a se converterem ao catolicismo. Mais tarde, candomblé e umbanda viraram caso de polícia e chegaram a ser associados a doenças mentais.

Disponível em: https://oglobo.globo.com

TEXTO II

Segundo dados do último censo do IBGE, cerca de 23,9% da população brasileira convive com algum tipo de deficiência. Dados da ONU indicam que 1 em cada 7 pessoas no mundo também se enquadra na mesma situação. Entretanto, tais dados não são perceptíveis em nosso cotidiano em decorrência da quase inexistência da pessoa com deficiência nos ambientes comuns à sociedade, impulsionada pela existência de barreiras arquitetônicas, atitudinais, comunicacionais e pela dificuldade em lidar com as diferenças. A deficiência é tomada enquanto fator estigmatizante, constituindo cenário perfeito para a instauração do ostracismo social.

Disponível em: http://www.justificando.com

TEXTO III

Disponível em: https://www.instagram.com

TEXTO IV

J. C., 46 anos, pai de W. S., assassinado aos 15 anos
‘‘Tem muito preconceito contra homossexual, mas nada justifica a violência que vem sendo praticada. Meu filho só tinha 15 anos. Sempre foi um menino bom, extrovertido. Quando ficou rapazinho, virou gay e nem todo mundo aceita isso. Tem gente que não suporta conviver com gays. Acho que essa violência acontece por isso. A família está toda em choque com a violência. Foi muita perversidade’’.

Disponível em: https://www.em.com.br

Escreva a redação com confiança

Tenha acesso a nossa plataforma funcional e interativa, com correções detalhadas, precisas e conteúdos práticos para facilitar o aprendizado.